Na leveza do nada
Não sou do tipo afoito
Afeito a disco voador.
Sou mais banal um pouco
E ainda trato com respeito
O tempo que diz respeito ao outro.
Ando por aí de chinelo velho e bicicleta
Atravesso rua só na faixa de pedestre
Dou preferência aos cães convencionais
E também às leis naturais.
Não sei como o Sol se incendiou
Se foi o Big Bang ou então a mão de Deus
Não sei porque há tanto peso e dor
Se o nada é mais leve e indolor
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